O pesquisador em segurança e vice-presidente de customer delivery da Tempest, Aldo Albuquerque, concedeu nesta semana uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Na pauta da conversa estava o lançamento do novo serviço de pagamento lançado recentemente pelo WhatsApp (o qual permitirá que usuários de determinados bancos façam transferências a seus contatos sem sair do aplicativo), e como o lançamento de facilidades como esta também abrem novas oportunidades para golpistas e criminosos, exigindo das pessoas ainda mais cuidados com seus dados pessoais e de pagamento.

 

Crimes cibernéticos aumentaram durante a pandemia

Lançado no início de maio, o novo serviço do WhatsApp é o mais recente de uma onda de novos serviços financeiros (como o Pix e o Open Banking) que visam facilitar o relacionamento e as transações entre pessoas e entre empresas em um cenário de crescimento do consumo em canais digitais, incentivado em grande parte pelos novos hábitos de distanciamento trazidos pela pandemia.

Porém, esse aumento no consumo e na comunicação digital entre consumidores, empresas e prestadores de serviços veio acompanhado de um crescimento nos golpes virtuais e nos vazamentos de dados. Dados da Febraban apontam que a incidência ataques como o phishing dobrou nos primeiros meses de 2021 em comparação com o primeiro bimestre de 2020.

Por isso, para Aldo, o momento é de aumentar os cuidados com os dados pessoais, com atenção extra com links enviados por aplicativos, chamadas e mensagens de pessoas ou empresas desconhecidas e mesmo com apps baixados no celular: “está cada vez mais usual a reprodução de apps falsos com o mesmo design dos originais, mas usados para o roubo de dados e de informações bancárias”.

Para ler a matéria completa clique no link abaixo.

https://www1.folha.uol.com.br/tec/2021/05/entenda-como-proteger-banco-no-celular-e-o-que-fazer-em-caso-de-roubo.shtml

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