O CEO da Tempest, Cristiano Lincoln Mattos, concedeu nesta semana uma entrevista à jornalista Luisa Purchio, da revista Veja.

A pauta foi centrada na crescente importância dos temas ligados à cibersegurança tanto para empresas quanto para a sociedade de maneira geral. Uma importância que encontra justificativa em incidentes recentes como o ataque à empresa norte-americana Colonial Pipeline – responsável por um dos maiores oleodutos do país –  ou os ataques aos sistemas do Superior Tribunal de Justiça e do Ministério da Saúde no Brasil, e também no consequente aumento nos investimentos para mitigar ataques deste tipo, que vêm evoluindo conforme nos tornamos mais dependentes de sistemas e estruturas online.

 

Aceleração nos processos de transformação digital durante a pandemia trouxe novos desafios… e mais investimento

Uma pesquisa encomendada pela Microsoft mostra que 30% das empresas na América Latina perceberam aumento nos ataques cibernéticos no pós-pandemia, entre os quais se destacam o phishing, malwares e invasão a aplicativos, segundo a Veja. Nesse sentido, aponta a jornalista, empresas como a Tempest vêm ganhando cada vez mais relevância (a qual é confirmada pela recente aquisição de 51% da empresa pela Embraer).

Para o CEO da Tempest, o momento é de pensar em segurança para além do setor privado (que no Brasil investe mais neste quesito do que o setor público), desenvolvendo soluções para os setores de infraestrutura crítica, incluindo usinas de geração de energia e usinas nucleares, defesa e segurança de fronteira e aeronáutica:

“De forma geral, o setor privado investe mais em cibersegurança no Brasil do que o setor de infraestrutura crítica nacional (…) vamos passar a desenvolver soluções para o setor de defesa e aeronáutico”.

Para acessar a entrevista completa, clique aqui

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